V de Vingança
Uma das melhores aberturas que já vi, realmente uma obra, com o perdão da palavra, du caralho.

V de Vingança, abertura:
Lembre-se do dia
5 de novembro.
A pólvora, a traição
e a conspiração.
Não vejo razão para que a pólvora
da traição jamais seja esquecida.
Mas e o homem?
Sei que se chamava Guy Fawkes.
E sei que em 1605, ele tentou
explodir as casas do Parlamento.
Mas quem ele era na realidade?
Como era?
Lembramos da idéia
totalmente, mas não do homem.
Pois um homem pode fracassar.
Podem capturá-lo,
matá-lo e esquecê-lo.
Mas 400 anos depois, uma
idéia ainda pode mudar o mundo.
Presenciei pessoalmente
o poder das idéias.
Vi pessoas serem
mortas em seu nome...
e morrerem defendendo-as.
Mas uma idéia não pode ser
beijada, tocada ou abraçada.
Idéias não sangram,
sentem dor,
ou amam.
Não sinto falta da
idéia e sim do homem.

V de Vingança, abertura:
Lembre-se do dia
5 de novembro.
A pólvora, a traição
e a conspiração.
Não vejo razão para que a pólvora
da traição jamais seja esquecida.
Mas e o homem?
Sei que se chamava Guy Fawkes.
E sei que em 1605, ele tentou
explodir as casas do Parlamento.
Mas quem ele era na realidade?
Como era?
Lembramos da idéia
totalmente, mas não do homem.
Pois um homem pode fracassar.
Podem capturá-lo,
matá-lo e esquecê-lo.
Mas 400 anos depois, uma
idéia ainda pode mudar o mundo.
Presenciei pessoalmente
o poder das idéias.
Vi pessoas serem
mortas em seu nome...
e morrerem defendendo-as.
Mas uma idéia não pode ser
beijada, tocada ou abraçada.
Idéias não sangram,
sentem dor,
ou amam.
Não sinto falta da
idéia e sim do homem.

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